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SUMMARY:De tratados de “libre comercio” y otros vampiros
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SUMMARY:¿A dónde va la economía del gobierno Macri?
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SUMMARY:A fotografia como olhar político
DESCRIPTION:Lançamento dos livros: Cidade em jogo e Memória ocular \nNo dia 21 de julho\, quinta-feira\, às 19h30\, a Editora Elefante e a Fundação Rosa Luxemburgo organizam um debate para lançar dois livros – Cidade em jogo e Memória Ocular – que se encontram em temas como fotografia e manifestações públicas. O debate conta com as participações de três fotógrafxs: Luiz Baltar\, Sérgio Silva e da mediadora Verena Glass. \nAs publicações tratam da importância da fotografia e de suas consequências. A imagem é hoje uma grande parceira de movimentos sociais e mobilizações. Numa época em que fotos se espalham na velocidade de curtidas e compartilhamentos\, fotografar é também transmitir reivindicações com a urgência de cada emoção envolvida e alcançar lugares distantes. \nOutro assunto em comum das duas obras é a repressão militar contra protestos e movimentos sociais. Em Cidade em jogo\, muitas fotografias mostram o famoso “legado social” deixado pela Copa da Mundo: os escombros causados pelas remoções e pessoas resistindo a esse processo. Memória Ocular aborda o uso de armamento pela Polícia Militar do governo do Estado de São Paulo contra manifestantes e a dificuldade das vítimas na obtenção de reparações justas. \n  \nSobre o livro Cidade em jogo \n \nA capa de Cidade em jogo é uma fotografia em preto e branco de Luiz Baltar. Escombros\, entulho e um céu ameaçador. Logo se percebe o caminhão-caçamba\, as casinhas no morro. Uma mulher no centro da foto. Uma pichação diz: “somos seres humanos”. Outra: “onde vamos louvar?”. \nNa contracapa\, a foto continua. Um caminhão de fretes e mudanças. Ainda se lê “fora Fifa\, queremos casa”. Em poucos segundos\, a fotografia conta a história de um lugar\, apresenta personagens\, faz uma denúncia e explica quem são os algozes. O local da foto é a área da favela Metrô-Mangueira\, no entorno do Estádio Maracanã. \nCidade em jogo traz fotografias de AF Rodrigues\, Elisângela Leite\, Kátia Carvalho\, Luiz Baltar\, Rosilene Miliotti e Thiago Diniz\, com texto de Dante Gastaldoni. A organização é de Laura Burzywoda\, Leonie Heine e Moritz Heinrich\, do Grupo OXIS. O livro é bilíngue\, em alemão e português. \n  \nSobre o livro Memoria ocular \n \n“Quis fotografar a tropa de choque em posição de ataque exatamente na esquina oposta\, atirando para todos os lados. Fiz três fotos num só clique. Quando tirei a câmera do olho\, senti o impacto”\, conta Sérgio Silva\, que perdeu a visão do olho esquerdo em 13 de junho de 2013\, no momento em que terminava de fotografar um ataque da Polícia Militar de São Paulo. \nO livro Memória ocular conta a história de Sérgio. A trama pessoal acompanha a vida política brasileira\, com destaque para as dificuldades que as vítimas do Estado enfrentam ao buscar reparação pela violência que sofreram. Sérgio cunhou a frase “bala de borracha cega\, mas não cala”\, e segue fotografando\, denunciando. A autoria do livro é de Tadeu Breda\, com ilustrações de Breno Ferreira\, Carolina Ito\, Mateus Acioli\, Vitor Flynn e João Ricardo Moreira. \n  \nSobre quem irá debater\n \nLuiz Baltar é designer gráfico e fotógrafo documentarista formado pela Escola de Fotógrafos Populares em 2012. Já em 2009\, começa a fotografar o cotidiano e o processo de remoção em diversas comunidades do Rio de Janeiro no contexto da Copa do Mundo e das Olimpíadas. Desde 2010\, fotografa as invasões militares e o processo de implantação das Unidades de Polícia Pacificadora nas favelas e comunidades. Com suas fotos\, Baltar denuncia as remoções forçadas e a violação dos direitos humanos. \nSérgio Silva\, profissão Fotógrafo. Desenvolve seu trabalho dentro do fotojornalismo dedicando-se à pauta política. Tem como foco acompanhar a luta dos movimentos sociais neste período recente do país. \nVerena Glass é coordenadora de projetos Brasil da Fundação Rosa Luxemburgo. \n  \nSERVIÇO \nA fotografia como olhar político\nEvento gratuito e aberto \nData: 21/07/2016\, quinta-feira\nHorário: às 19h30\nLocal: Espacio 945\nEndereço: Rua Conselheiro Ramalho 945\, Bixiga\, São Paulo (SP). Travessa da Av. Brigadeiro Luís Antônio.\nCertificados: Se você é estudante e deseja solicitar o certificado de presença\, por favor\, entre em contato escrevendo para debora@rosaluxspba.org ou pelo telefone (11) 3796-9901 até às 12h do dia do evento.
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SUMMARY:Medidas não privativas de liberdade para adolescentes
DESCRIPTION:Discutindo o tema direitos humanos e educação popular o seminário internacional “Medidas não privativas de liberdade para adolescentes” será realizado do dia 11 de julho até o dia 15 de julho na Ação Educativa Assessoria Pesquisa\, que ficar na Rua Gen. Jardim\, 660\, no bairro Vila Buarque de São Paulo. O seminário foi organizado pela Ação Educativa em conjunto com uma série de organizações e conta com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo. \nComo uma ação de resistência\, as diversas atividades colocarão em pauta e debaterão os retrocessos e os avanços possíveis no campo dos direitos humanos\, discutindo as estratégias de ação\, assim como valorizando o papel e a relevância da Educação Popular. A semana\, construída por uma frente de entidades e movimentos\, convida participantes a tomarem parte das atividades em um processo coletivo de debates e busca de alternativas de ação. \nToda programação em PDF \nPara mais informações visite o site da Ação Educativa.
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SUMMARY:VII Fórum Social Mundial das Migrações acontece em São Paulo
DESCRIPTION:Refúgio também é tema do evento que terá presença de Pepe Mujica \n“Migrantes construindo alternativas frente à desordem e a crise global do capital” é o tema da sétima edição do Fórum Social Mundial das Migrações (FSMM)\, que acontece de 7 a 10 de julho na capital paulista. \nCom o objetivo de “propor debates e ações concretas para melhorar as condições migratórias da atualidade”\, o FSMM terá debates e atividades culturais\, além de diálogos interculturais promovidos por palestrantes. Entre os convidados estão o ex-presidente do Uruguai\, Pepe Mujica\, Pablo Ceriani (membro do Comitê da ONU para Migrantes)\, Thomás Hirsch Goldschmidt (fundador do Partido Humanista do Chile)\, Bela Feldman Bianco (antropóloga e diretora do Centro de Migrações Internacionais da Unicamp)\, entre outros. \nA escolha por São Paulo para sediar o evento não foi por acaso: a cidade foi a primeira a criar políticas públicas específicas para migrantes\, além de ser um dos principais eixos de concentração migratório das Américas. \nParticipantes que se inscreveram no Fórum apresentarão atividades durante o evento. Haverá rodas de conversa\, seminários\, minicursos\, palestras e oficinas relacionadas aos eixos temáticos do FSMM. São eles: A crise sistêmica do modelo capitalista e suas consequências para as migrações; Resistências e alternativas desde os sujeitos migrantes; Migração\, gênero e corpo; Migração\, os direitos da mãe natureza\, o clima e as disputas norte-sul; Movimentos sociais e direitos humanos: moradia\, educação\, saúde e trabalho decente e Direito à cidade\, inclusão social e cidadania de imigrantes. \nO VII Fórum Social Mundial das Migrações 2016 ganhou até um hino batizado como “Meu Lugar”. A música foi composta pelo angolano Leonardo Matumona e Andre Parisi. \nPara saber mais sobre o encontro e as novidades\, acompanhe o site e a página do evento no Facebook! \nPrograma \nAtividades autogestionadas  \nServiço:\nVII Fórum Social Mundial das Migrações\nQuando: de 7 a 10 de julho\nOnde: Universidade Zumbi dos Palmares e Centro Esportivo e de Lazer Tietê\nAV. Santos Dumont\, 843- Armênia\, São Paulo \nTexto: Adus / Imagem: Reprodução FSMM
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SUMMARY:"Die Kolonie/La Colonia" - película y conversatorio
DESCRIPTION:La Facultad de Psicología de la Universidad Alberto Hurtado en conjunto con el Programa Interdisciplinar de Investigación Memoria y Derechos Humanos UAH y el Centro de Investigación y Documentación Chile Latinoamérica (FDCL) Berlín\, Alemania\, \ninvitan a la presentación de la película \n“Die Kolonie/La Colonia” (1985) \ndel cineasta Orlando Lübbert \n\nEn los últimos meses hemos asistido a un creciente interés de la opinión pública por “Colonia Dignidad”\, la película del director alemán Florian Gallenberger\, protagonizada por Emma Watson y Daniel Brühl. Su estreno en Alemania en febrero\, con autoridades chilenas y víctimas de la Colonia puso en el centro de la responsabilidad por los crímenes ahí cometidos a las autoridades de la Embajada alemana. \nNo obstante\, la película todavía no ha sido estrenada en las salas de cine en Chile y tampoco ha habido alfombra roja\, sólo exhibiciones “piratas” de la cinta y un par de días en la cartelera de un cine talquino. \nSin embargo\, en 1985 el reconocido cineasta chileno Orlando Lübbert estrenó la película “Die Kolonie” (La Colonia)\, trabajo en formato de cine de ficción\, en plena dictadura\, exhibe “sin un final feliz” el complejo escenario que ampara el funcionamiento de esta secta al servicio de la represión dictatorial y de los colonos que viven secuestrados en su interior. Esta película fue entregada por su director a TVN para que fuera exhibida\, sin embargo\, la censura de principios de los 90 y la censura actual\, ha impedido que esta cinta sea vista en la televisión abierta o en cines de nuestro país\, siendo prácticamente desconocida en Chile. \nPor su parte\, la película de Gallenberger ha traído como efecto anuncios políticos de parte de las autoridades alemanas. El pasado 26 de abril\, el ministro de Relaciones Exteriores\, Frank-Walter Steinmeier\, en su discurso asumió graves errores de la diplomacia alemana en la protección de los Derechos Humanos. \nTras este importante gesto\, el presidente de Alemania\, Joachim Gauck\, visitará Chile entre el 11 y 14 de julio del presente año. Su visita constituye una oportunidad para que ambos estados inicien un diálogo y expresen su voluntad por emprender medidas concretas que permitan avanzar en la búsqueda de verdad\, justicia\, reparación a las víctimas\, así como también en materia de memoria histórica. \nPosteriormente habrá un conversatorio:\n“Colonia Dignidad: ¿Qué esperan las víctimas?\nLas deudas pendientes de los Estados Chile y Alemania” \nParticipan: \nOrlando Lübbert (cineasta)\nHernán Fernández (abogado)\nElizabeth Lira (decana Facultad de Psicología UAH)\nMyrna Troncoso (presidenta AFDD Talca)\nWinfried Hempel (abogado y ex colono)\nEfraín Vedder (ex colono) \nModera:\nEvelyn Hevia (académica UAH). \nMiércoles 06 de julio\n  18:00 a 21:00 hrs \nAuditorio Museo de la Memoria y los DDHH\nMatucana 501\, Santiago\nMetro Estación Quinta Normal\nEntrada liberada \nMás informaciones
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SUMMARY:Espaço urbano em tempos de urgência
DESCRIPTION:A Fundação Rosa Luxemburgo\, o DASP – Deutschsprachige Alumni São Paulo e o Departamento de Letras Modernas FFLCH-USP realizam\, nos dias 23 e 24 de junho\, quinta e sexta\, debates sobre o modelo de vida nas cidades a partir do Guia para o habitante das cidades\, ciclo de poemas de Bertolt Brecht. \nPara comentar os poemas\, foram convidadas pessoas que pesquisam e militam em diversas áreas para falar de questões que estão na ordem do dia em nossas cidades. Por exemplo\, as dinâmicas de produção do espaço urbano\, as relações entre o considerado formal e informal\, políticas de higienização social\, os movimentos de resistência\, entre outros temas. \nO evento tem o apoio da Rádio Popular\, que transmitirá o evento ao vivo. \nSobre Guia para o habitante das cidades \nA cidade contemporânea\, sob a ótica de quem a habita\, homens e mulheres sujeitxs a um processo de espoliação sem precedentes\, às voltas com um ambiente cada vez mais hostil a suas necessidades mais elementares. Esse cotidiano sombrio irrompe no Guia para o habitante das cidades\, ciclo de poemas que Brecht escreveu às vésperas da grande crise de 1929. A obra\, inaugural de uma poesia visceralmente citadina\, aponta para uma situação que é provavelmente mais contemporânea de nós mesmos do que da geração que viu surgir o nazismo e seu poder genocida e autodestrutivo. \n  \nProgramação \nDia 23/06\, quinta-feira\, a partir das 19h30: \n– Iumna Simon\, crítica literária \n– Pedro Arantes\, arquiteto e urbanista \n– Sabrina Duran\, jornalista na área de urbanismo \n– Mediação: Ana Rüsche \n  \nDia 24/6\, sexta-feira\, a partir das 19h30: \n– Carol Vigliar\, do MLB – Movimento de Luta nos Bairros\, Vilas e Favelas \n– Tercio Redondo\, tradutor e professor de literatura alemã \n– Vera Telles\, socióloga \n– Mediação: Gustavo Assano \n* * * \nParticipantes \nCarol Vigliar integra a coordenação nacional do MLB – Movimento de Luta nos Bairros\, Vilas e Favelas e participa do Movimento de Mulheres Olga Benário. É professora da rede estadual de São Paulo. \nIumna Maria Simon é crítica literária. Professora aposentada da Universidade Estadual de Campinas e professora de Teoria Literária e Literatura Comparada na USP. Atua nas seguintes linhas de pesquisa: literatura e sociedade\, formas e gêneros literários\, teorias críticas\, cultura e história literária\, poesia moderna\, poesia brasileira moderna e contemporânea. \nPedro Fiori Arantes é arquiteto e urbanista. É professor do Departamento de História da Arte\, da Escola de Filosofia\, Letras e Ciências Humanas (EFLCH) da UNIFESP\, Campus de Guarulhos.\, Autor de diversos textos sobre cidades na contemporaneidade\, como o livro “Arquitetura Nova” (Editora 34\, 2002). Desde 1999 é integrante do coletivo USINA\, entidade sem fins lucrativos que presta assessoria técnica a movimentos populares na área de habitação popular e reforma urbana. \nSabrina Duran é jornalista. Trabalha como repórter freelancer desde 2006. Cobre as áreas de urbanismo\, habitação popular e Direitos Humanos. Em 2013\, criou o projeto de investigação jornalística “Arquitetura da Gentrificação”\, no qual mapeia processos de higienização social no centro da capital paulista disparados por parcerias público-privadas: www.ag.jor.br \nTercio Redondo é professor de literatura alemã na USP\, tradutor\, entre outros\, d’ A cruzada das crianças\, balada de Bertolt Brecht (Pulo do gato: 2015)\, Woyzeck\, tragédia de Georg Büchner (Nankin: 2015)\, As afinidades eletivas\, romance de Goethe (Penguin/Cia das Letras: 2014). Desenvolve atualmente pesquisa em torno da luta contra o fascismo na obra de Brecht. \nVera Telles é professora livre-docente do Departamento de Sociologia da USP e vice-coordenadora do Laboratório de Pesquisa Social (LAPS/USP). No Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS-USP)\, coordena a linha de pesquisa Cidade e trabalho. Autora de diversos artigos e livros\, que podem ser encontrados em seu site. \n* * * \n.. \nSepare-se de seus amigos na estação.\nDe manhã\, vá à cidade\, com o casaco fechado.\nProcure um quarto e quando o seu amigo bater:\nNão abra\, ah\, não abra a porta.\nAntes\,\nApague os rastros! \nQuando encontrar seus pais na cidade de Hamburgo\, ou noutra parte\,\nPasse incógnito por eles\, dobre a esquina\, não os reconheça.\nO chapéu que eles lhe deram\, enterre-o na cabeça.\nNão mostre\, ah\, não mostre sua cara.\nAntes\,\nApague os rastros! \nComa a carne que houver! Sem parcimônia!\nQuando chover\, entre em toda casa\, sente-se em cada cadeira que lá houver\,\nMas não permaneça sentado! E não se esqueça de seu chapéu!\nDigo-lhe:\nApague os rastros! \nO que você disser\, não o diga duas vezes.\nSe verificar em outrem o seu próprio pensamento: renegue-o.\nAquele que não deixou sua assinatura\, que não deixou um retrato\,\nQue não esteve presente\, que nada disse\,\nComo pode ser apanhado?\nApague os rastros! \nSe pensar em morrer\, cuide\nPara que nenhuma lápide traia o lugar onde você jaz\,\nPortando uma clara inscrição com seu nome\, que o denuncia\,\nE trazendo o ano de sua morte\, que o acusa!\nMais uma vez:\nApague os rastros!\n(Isso me foi dito). \nPoema de Bertolt Brecht do ciclo Guia para o habitante das cidades\, tradução de Tercio Redondo. \n* * * \nSERVIÇO \nEspaço urbano em tempos de urgência \nEvento gratuito e aberto\n \nHaverá transmissão on-line pela Rádio Popular. \n\nData: 23 e 24/06/2016\, quinta e sexta-feira\nHorário: às 19h30\nLocal: Auditório da Fundação Rosa Luxemburgo (FRL)\nEndereço: Rua Ferreira de Araújo\, 36 – Pinheiros\, São Paulo (SP)\nAcessível para cadeirantes\, com banheiro adaptado. \nEvento no facebook \nCertificados: Se você é estudante e deseja solicitar o certificado de presença\, por favor\, entre em contato escrevendo para debora@rosaluxspba.org ou pelo telefone (11) 3796-9901 até às 12h do dia do evento. \nComo chegar: A FRL fica a 16 minutos de caminhada da Estação Faria Lima de Metrô (linha amarela) e a 17 minutos do Terminal Pinheiros (linha amarela do Metrô\, Linha 9-Esmeralda da CPTM). O endereço está em uma travessa da Avenida Pedroso de Moraes\, onde passam ônibus provenientes de diferentes pontos da capital e região metropolitana. Consulte as linhas municipais e intermunicipais. Estamos ao lado do eixo cicloviário Berrini-Faria Lima-Pedroso de Moraes e contamos com estrutura para visitantes prenderem a bicicleta. \nVeja no mapa:\n\nVer mapa ampliado
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A obra\, inaugural de uma poesia visceralmente citadina\, aponta para uma situação que é provavelmente mais contemporânea de nós mesmos do que da geração que viu surgir o nazismo e seu poder genocida e autodestrutivo. \n  \nProgramação \nDia 23/06\, quinta-feira\, a partir das 19h30: \n– Iumna Simon\, crítica literária \n– Pedro Arantes\, arquiteto e urbanista \n– Sabrina Duran\, jornalista na área de urbanismo \n– Mediação: Ana Rüsche \n  \nDia 24/6\, sexta-feira\, a partir das 19h30: \n– Carol Vigliar\, do MLB – Movimento de Luta nos Bairros\, Vilas e Favelas \n– Tercio Redondo\, tradutor e professor de literatura alemã \n– Vera Telles\, socióloga \n– Mediação: Gustavo Assano \n* * * \nParticipantes \nCarol Vigliar integra a coordenação nacional do MLB – Movimento de Luta nos Bairros\, Vilas e Favelas e participa do Movimento de Mulheres Olga Benário. É professora da rede estadual de São Paulo. \nIumna Maria Simon é crítica literária. Professora aposentada da Universidade Estadual de Campinas e professora de Teoria Literária e Literatura Comparada na USP. Atua nas seguintes linhas de pesquisa: literatura e sociedade\, formas e gêneros literários\, teorias críticas\, cultura e história literária\, poesia moderna\, poesia brasileira moderna e contemporânea. \nPedro Fiori Arantes é arquiteto e urbanista. É professor do Departamento de História da Arte\, da Escola de Filosofia\, Letras e Ciências Humanas (EFLCH) da UNIFESP\, Campus de Guarulhos.\, Autor de diversos textos sobre cidades na contemporaneidade\, como o livro “Arquitetura Nova” (Editora 34\, 2002). Desde 1999 é integrante do coletivo USINA\, entidade sem fins lucrativos que presta assessoria técnica a movimentos populares na área de habitação popular e reforma urbana. \nSabrina Duran é jornalista. Trabalha como repórter freelancer desde 2006. Cobre as áreas de urbanismo\, habitação popular e Direitos Humanos. Em 2013\, criou o projeto de investigação jornalística “Arquitetura da Gentrificação”\, no qual mapeia processos de higienização social no centro da capital paulista disparados por parcerias público-privadas: www.ag.jor.br \nTercio Redondo é professor de literatura alemã na USP\, tradutor\, entre outros\, d’ A cruzada das crianças\, balada de Bertolt Brecht (Pulo do gato: 2015)\, Woyzeck\, tragédia de Georg Büchner (Nankin: 2015)\, As afinidades eletivas\, romance de Goethe (Penguin/Cia das Letras: 2014). Desenvolve atualmente pesquisa em torno da luta contra o fascismo na obra de Brecht. \nVera Telles é professora livre-docente do Departamento de Sociologia da USP e vice-coordenadora do Laboratório de Pesquisa Social (LAPS/USP). No Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS-USP)\, coordena a linha de pesquisa Cidade e trabalho. Autora de diversos artigos e livros\, que podem ser encontrados em seu site. \n* * * \n.. \nSepare-se de seus amigos na estação.\nDe manhã\, vá à cidade\, com o casaco fechado.\nProcure um quarto e quando o seu amigo bater:\nNão abra\, ah\, não abra a porta.\nAntes\,\nApague os rastros! \nQuando encontrar seus pais na cidade de Hamburgo\, ou noutra parte\,\nPasse incógnito por eles\, dobre a esquina\, não os reconheça.\nO chapéu que eles lhe deram\, enterre-o na cabeça.\nNão mostre\, ah\, não mostre sua cara.\nAntes\,\nApague os rastros! \nComa a carne que houver! Sem parcimônia!\nQuando chover\, entre em toda casa\, sente-se em cada cadeira que lá houver\,\nMas não permaneça sentado! E não se esqueça de seu chapéu!\nDigo-lhe:\nApague os rastros! \nO que você disser\, não o diga duas vezes.\nSe verificar em outrem o seu próprio pensamento: renegue-o.\nAquele que não deixou sua assinatura\, que não deixou um retrato\,\nQue não esteve presente\, que nada disse\,\nComo pode ser apanhado?\nApague os rastros! \nSe pensar em morrer\, cuide\nPara que nenhuma lápide traia o lugar onde você jaz\,\nPortando uma clara inscrição com seu nome\, que o denuncia\,\nE trazendo o ano de sua morte\, que o acusa!\nMais uma vez:\nApague os rastros!\n(Isso me foi dito). \nPoema de Bertolt Brecht do ciclo Guia para o habitante das cidades\, tradução de Tercio Redondo. \n* * * \nSERVIÇO \nEspaço urbano em tempos de urgência \nEvento gratuito e aberto\n \nHaverá transmissão on-line pela Rádio Popular. \n\nData: 23 e 24/06/2016\, quinta e sexta-feira\nHorário: às 19h30\nLocal: Auditório da Fundação Rosa Luxemburgo (FRL)\nEndereço: Rua Ferreira de Araújo\, 36 – Pinheiros\, São Paulo (SP)\nAcessível para cadeirantes\, com banheiro adaptado. \nEvento no facebook \nCertificados: Se você é estudante e deseja solicitar o certificado de presença\, por favor\, entre em contato escrevendo para debora@rosaluxspba.org ou pelo telefone (11) 3796-9901 até às 12h do dia do evento. \nComo chegar: A FRL fica a 16 minutos de caminhada da Estação Faria Lima de Metrô (linha amarela) e a 17 minutos do Terminal Pinheiros (linha amarela do Metrô\, Linha 9-Esmeralda da CPTM). O endereço está em uma travessa da Avenida Pedroso de Moraes\, onde passam ônibus provenientes de diferentes pontos da capital e região metropolitana. Consulte as linhas municipais e intermunicipais. Estamos ao lado do eixo cicloviário Berrini-Faria Lima-Pedroso de Moraes e contamos com estrutura para visitantes prenderem a bicicleta. \nVeja no mapa:\n\nVer mapa ampliado
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DESCRIPTION:Na próxima quinta-feira\, 17/3\, 19h\, a Fundação Perseu Abramo e a Fundação Rosa Luxemburgo organizam roda de conversa sobre a crise da esquerda na Europa. Trata-se de um debate sobre os novos partidos\, movimentos sociais\, movimentos contrários às políticas de austeridade e suas contradições\, os casos específicos do Podemos e Syriza\, as reações da extrema direita à presença de refugiados. \nO debate ocorre por ocasião do lançamento “A Crise na Europa e o regime de acumulação com dominância financeira” de Alex Demirović e Thomas Sablowski\, publicado pela Fundação Rosa Luxemburgo. \nO livro será distribuído sem custo a quem estiver presente. \nSobre os debatedores \nAlex Demirović é professor da Universidade de Frankfurt e da Universidade de Basileia\, membro da diretoria da Fundação Rosa Luxemburgo. \nBruno Cava é escritor e filósofo\, colaborador da rede Universidade Nômade. Autor de “Podemos e Syriza – experimentações políticas e democracia no século 21” (Annablume\, 2015) e “A multidão foi ao deserto” (Annablume\, 2013) sobre as jornadas de junho a outubro no Brasil. \nJean Tible é professor do Depto. de Ciência Política da USP. Autor de “Marx selvagem” (Annablume\, 2013) e co-organizador de “Junho: potência das ruas e das redes” (Fundação Friedrich Ebert\, 2014). \nJorge Grespan é professor de Teoria da História na USP e autor de “O negativo do capital” (Expressão Popular\, 2015). Prefaciou o livro “A Crise na Europa e o regime de acumulação com dominância financeira”. \nA mediação será feita pela filósofa Isabel Loureiro\, especialista em Rosa Luxemburgo\, que também conduziu a discussão sobre “As esquerdas em crise\, socialismo e democracia” em fevereiro. \nSobre o livro \nO livro “A Crise na Europa e o regime de acumulação com dominância financeira” é de autoria de Alex Demirović e Thomas Sablowski\, publicado pela Fundação Rosa Luxemburgo. A obra examina a crise europeia a partir de um conceito trabalhado pelos autores: o regime de acumulação com dominância financeira. O livro teve o prefácio elaborado por Jorge Grespan (Universidade de São Paulo) que foi responsável por situar os leitores brasileiros sobre o contexto da obra. \nO livro está disponível para download. \nSERVIÇO\nA crise da esquerda na Europa \nEvento gratuito e aberto \nData: 17/3/2016\, quinta-feira\nHorário: a partir das 19h\nLocal: Auditório da Fundação Rosa Luxemburgo (FRL)\nEndereço: Rua Ferreira de Araújo\, 36 – Pinheiros\, São Paulo (SP)\nAcessível para cadeirantes\, com banheiro adaptado. \nObservação: o evento não será transmitido on-line. \nSe você é estudante e deseja solicitar o certificado de presença\, por favor\, entre em contato escrevendo para debora@rosaluxspba.org ou pelo telefone (11) 3796-9901 até o dia 17/3\, 14h. \nComo chegar: A FRL fica a 16 minutos de caminhada da Estação Faria Lima de Metrô (linha amarela) e a 17 minutos do Terminal Pinheiros (linha amarela do Metrô\,  Linha 9-Esmeralda da CPTM). O endereço está em uma travessa da Avenida Pedroso de Moraes\, onde passam ônibus provenientes de diferentes pontos da capital e região metropolitana. Consulte as linhas municipais e intermunicipais. Estamos ao lado do eixo cicloviário Berrini-Faria Lima-Pedroso de Moraes\, e contamos com estrutura para visitantes prenderem a bicicleta.
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