Insubmissão Intelectual de Mulheres Negras Nordestinas - Fundação Rosa Luxemburgo

Insubmissão Intelectual de Mulheres Negras Nordestinas

Org. Dayse Sacramento, Manoela Barbosa e Nubia Regina

2021

- Fundação Rosa Luxemburgo

Organizadoras: Dayse Sacramento, Manoela Barbosa e Nubia Regina

Autoras: Joanice Conceição (BA); Kika Sena (AL); Francisca Maria Rodrigues Sena (CE); Danielle de Luna e Silva (PB); Denise ´Ògún Botelho (PE); Iraneide Soares da Silva (PI); Stéphanie Campos Paiva Moreira (RN); Yérsia Souza de Assis (SE) e Zica Pires (MA)

Texto de apresentação: Dayse Sacramento e Manoela Barbosa

Prefácio:  Núbia Regina Moreira

Editora: Diálogos Insubmissos

SOBRE A PUBLICAÇÃO

O livro Insubmissão Intelectual de Mulheres Negras Nordestinas, que reúne nove ensaios de mulheres negras nordestinas de diversos estados do Brasil, escritos no contexto atual da pandemia da Covid-19. Organizado por Dayse Sacramento (doutoranda e professora), pela Manoela Barbosa (doutoranda, pesquisadora e consultora) e Nubia Regina (professora e doutora), Insubmissão Intelectual de Mulheres Negras Nordestinas é o primeiro livro a ser lançado pelo projeto no formato impresso, já que a mesma obra foi publicada em E-Book anteriormente.

A publicação traz nove ensaios que foram escritos em 2020, no contexto da COVID-19, por mulheres negras de vários estados do Nordeste. “As narrativas foram escritas na coexistência entre razão e emoção; objetividade e subjetividade; ativismo e academicismo”, explica Núbia Regina no prefácio. São eles: “Pandemia de Covid-19: entre vidas negras e a morte”, da baiana Joanice Conceição (BA); “Memória como lugar de origem”, da alagoana Kika Sena (AL); “Mulheres negras: tramando resistências e liberdade no Ceará”, da cearense Francisca Maria Rodrigues Sena (CE); “Filha, diga o que vê. Sopro ancestral e escrita feminina afro-brasileira”, da paraibana Danielle de Luna e Silva (PB); “Nordeste maravilha. Recife: coração cultural do Brasil”, da pernambucana Denise ´Ògún Botelho (PE); “A minha história é talvez igual a sua. Viveres de uma mulher negra no Brasil do tempo presente”, da piauiense Iraneide Soares da Silva (PI); “Mulheres afro-potiguares: uma experiência de aquilombamento”, da potiguar Stéphanie Campos Paiva Moreira (RN); “Tempos de atravessar: eu, mulher negra, movo-me sem cessar”, da sergipana Yérsia Souza de Assis (SE) e “Futuro possível é a construção de um passado que garante o presente”, da maranhense Zica Pires (MA). Assinam o texto de apresentação do livro, Dayse Sacramento e Manoela Barbosa, e o prefácio é de Núbia Regina Moreira. A obra é bilíngue, traduzida para o espanhol pela tradutora Camila Barros.

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