Mulheres Negras e política: a presença que faz a diferença

As mulheres negras  são 55,6 milhões e chefiam 41,1% das famílias brasileiras. No entanto, alcançam 2% de representação nas instâncias institucionais. Também são elas que estão na linha de frente das lutas sociais por saúde, moradia, educação e contra a violência do Estado que mata seus filhos todos os dias. No contexto das ações de combate ao avanço da pandemia do Covid-19, são elas que, cotidianamente, desenvolvem ações de resistência. Se não fossem as lutas e as ações das mulheres negras, a situação no Brasil poderia ainda mais grave.
 
Mas a pouca representação na política institucional está mudando. A cada eleição aumenta o número de mulheres, que dedicam seu trabalho à fundamental disputa nestes espaços e à construção de políticas públicas que façam frente ao desmonte dos direitos sociais que, justamente, atingem em cheio às mulheres negras.
 
Mais uma eleição está por vir e a Fundação Rosa Luxemburgo, com o apoio do Ocupa Politica, Mahín, Mulheres Negras Decidem, Coalizão Negra por Direitos e Fórum Marielles, no contexto do Julho das Pretas, contribui neste debate e reflexão sobre a importância de ocupação da institucionalidade, a partir de uma perspectiva antirracista, feminista popular e periférica e de defesa de direitos. Por isso, convida a todas e todos para a atividade.

Mulheres Negras e política- a presença que faz a diferença

Data: 30/07/2020
Hora: 19h
Convidadas:
  • Benedita da Silva;
  • Áurea Carolina;
  • Erica Hilton;
  • Jô Cavalcante;
  • Nilma Bentes;
  • Selma Dealdina;
  • Célia Xakriabá; e
  • Vilma Reis
Mediação:
  • Christiane Gomes, coordenadora de projetos da Fundação Rosa Luxemburgo – Brasil e Paraguai

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